Vem por aí: Uma Estranha Simetria

Lançamento em 03 de março!

Uma pequena explicação, antes de mais nada.

Já faz algum tempo que eu penso em comentar alguns lançamentos (de livros, CD's ou filmes) aqui no Cafofo. Há quem não curta esse tipo de post (por dar a impressão de estar 'enchendo linguiça'), mas eu gosto de comentar o que vem por aí e parece ser bacana. Dá uma certa ansiedade, um friozinho na barriga quando a gente sabe que algo que esperamos muito está para ser lançado e quer saber? Não vejo nada demais em comentar isso.

Por isso decidi criar uma espécie de "coluna" aqui no blog: Vem Por Aí. Como nem sempre o que me interessa pode interessar os leitores do Cafofo, decidi equilibrar aquilo que me chamou a atenção com algum press-release de um lançamento muito aguardado, por exemplo. Você que está aí lendo este post, pode sugerir algum livro/cd/filme cujo lançamento quer ver comentado aqui no blog. Só me dê um alô pelo email lanocafofo@gmail.com!

Hoje, vou combinar um pouco dos dois: vocês certamente já viram em algum outro blog comentários sobre o lançamento de Uma Estranha Simetria, de Aufrey Niffenegger, pela Suma de Letras, selo da Ed. Objetiva. Pois é. O Cafofo também foi selecionado e agora é parceiro da Suma de Letras. Antes que pensem que enlouqueci, deixe-me dizer que gostei da proposta da editora, que é flexível no que se refere às opiniões sobre os livros (algo que é essencial para mim) e por isso decidi me juntar a eles. O que eles procuravam era justamente aquilo que sempre fez parte da minha postura como blogueira: dizer a verdade sobre os livros lidos. Era assim e vai continuar assim!

Isto posto, vamos falar do livro? Uma Estranha Simetria é o novo livro da autora de A Mulher do Viajante no Tempo (e que foi inclusive adaptado para o cinema, com o título no Brasil de Te Amarei Para Sempre).


Depois de uma elogiada estréia literária, Audrey Niffenegger escreve em seu segundo romance sobre a relação entre irmãos gêmeos. A história de Uma estranha simetria, gira em torno da morte de Elspeth Noblin, que transforma-se em um fantasma. “Elspeth se torna um fantasma porque, ao morrer, ela se recusa a ir embora. É essencialmente a sua própria vontade que a mantém aqui. O que eu deixo um pouco no ar é o quão sincera ela está sendo. Ao longo do livro é a sua extrema força de vontade que faz tudo acontecer”, explica a autora.
 Quando Edie, a irmã gêmea de Elspeth, recebe a notícia de sua morte, vem junto uma surpresa: ela deixou para as sobrinhas o seu apartamento com vista para o imponente cemitério Highgate, em Londres – com a condição de que as duas vivam por um ano. Quanto a Edie e seu marido, Jack, o testamento estipula que não podem acompanhar as meninas na mudança nem entrar no apartamento.. É assim que Julia e Valentina, segunda geração de gêmeas da família Poole, partem rumo a uma experiência transformadora.


Já estava de olho nele desde a época em que li  A Mulher do Viajante no Tempo. Não serei a primeira nem a última a dizer que estou ansiosa justamente por ter amado o livro de estreia de Audrey, que foi uma das histórias mais lindas que já li na vida e um dos poucos que me fez chorar a ponto de soluçar e ficar com os olhos vermelhos! Lembro de ter visto no site da escritora o anúncio do lançamento de Uma Estranha Simetria nos EUA e pensado que iria ler esse livro assim que pudesse. Agora, teremos a chance de saber se Audrey Niffenegger manteve a magia e a intensidade de seu primeiro romance!

O lançamento de Uma Estranha Simetria será no próximo dia 03 de março! Fiquem ligados.
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Duas Vidas Por Um Fio, de Janet Evanovich



Foi com grande alegria que recebi a notícia de que o segundo livro de uma das minhas séries favoritas - a série Stephanie Plum - seria publicado aqui no Brasil. Já tinha lido praticamente toda a série em inglês, mas agora pude matar as saudades e conferir a edição brasileira.

Devo dizer que ler um livro traduzido depois de ter lido o original é uma experiência, no mínimo, curiosa. Eu me acostumei com o texto em inglês, e cada personagem tem uma voz na minha cabeça. Ler a tradução me deu a sensação de estar vendo um filme dublado - as vozes eram outras, e até mesmo o tom do texto pareceu outro.


Mas vamos à história. Duas Vidas Por Um Fio nos leva de volta a Trenton, Nova Jérsei, e à vida de Stephanie Plum, que agora está ganhando mais experiência como caçadora de recompensas. Desta vez, ela precisa recapturar Kenny Mancuso, que é acusado de ter atirado em seu melhor amigo, fugindo em seguida.

As coisas se complicam quando ela descobre que Kenny é primo de  ninguém menos que Joe Morelli, o homem que inferniza sua vida - e calha de ser o policial mais sexy e desejado da cidade. Agora eles estão do mesmo lado - viraram parceiros na procura por Mancuso. Parceiros não é a palavra correta, já que Joe parece mostrar menos do que sabe. Para completar, ela é contratada por um outro amigo de Kenny - um agente funerário chamado Spiro que é o pavor em pessoa - para encontrar vinte e quatro caixões desaparecidos.

O nome do meio de Stephanie é encrenca e, sendo assim, tudo que há de errado no mundo acontece com ela. O livro é cheio de momentos hilariantes, boa parte deles protagonizados por sua avó. Vovó Mazur vai a velórios como se fossem festas e não tem uma só vez que não apronte uma das suas. Eu ri de doer a barriga.

E, como era de se esperar, a tensão sexual entre Joe e Stephanie só aumenta. Me diverti a valer com as provocações e tiradas sarcásticas trocadas entre os dois, e com o charme que Morelli joga o tempo todo para Steph, que tenta resistir bravamente.

Em relação ao mistério do livro, achei que foi um pouco mais elaborado do que o primeiro (não que goste menos de Um Dinheiro Nada Fácil). Não é uma grande trama policial, mas é mais convincente. De fato (e como sempre digo nas minhas resenhas sobre os livros da Janet) o forte do estilo dela é o humor. Seus livros não devem ser lidos com muita seriedade. É o tipo de leitura para descontrair, rir muito (conheço várias pessoas que levaram esse livro para ler em público e passaram vergonha) e ficar mais leve.

Outra coisa: se você for daquelas pessoas que procuram encaixar livros em rótulos, não vai gostar deste aqui. A série mescla elementos da chick-lit, do romance policial e da comédia pura. A minha recomendação é que você leia, sem se preocupar com nada que não seja a diversão. Eu sempre sou suspeita para falar porque amo a série de paixão e tive alguns dos momentos mais gostosos da vida lendo esses livros... então sempre irei recomendá-los!

Ah, e para quem (ainda) não sabe, o primeiro livro da série foi adaptado para o cinema e entra em cartaz ainda este ano, com Katherine Heigl (Stephanie Plum) e Jason O'Mara (Joe Morelli) no elenco. O filme ganhou o título no Brasil de Como Agarrar Meu Ex-Namorado.


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Por que gosto de ler livros? [Blogagem Coletiva]



Vi o chamado para a postagem coletiva no blog Livros & Afins. O dia da blogagem é hoje, 14 de fevereiro, se você quiser participar... ainda dá tempo! (Saiba mais aqui e aqui.)


Comecei a ler desde muito pequena, e mesmo antes de entrar na escola, graças à minha mãe. Ela sempre foi apaixonada por livros - na verdade, por leitura em geral - e lia tudo para mim, apontando as frases com o dedo enquanto o fazia. O resultado é que em pouco tempo lá estava eu, lendo tudo que estivesse ao meu redor, de nomes em embalagens ou fachadas de lojas. 


Sinceramente, não me lembro de não saber ler. Livros estavam entre os meus presentes assim que minha mãe percebeu que eu já lia.

Daí foi a evolução natural: virei rata de biblioteca. Ganhava todos os concursos de leitura da escola. Não saía da banca de jornais atrás de gibis novos. E hoje em dia, compro/troco/procuro livros com a mesma voracidade com que trazia vários da minha biblioteca. A loucura pelos livros mudou de meios, mas continua igual.

Até por ter a leitura tão integrada à minha vida é difícil dizer porque eu gosto tanto. Eu sempre gostei. Não sei se tem uma razão. Talvez sejam várias: isso de poder viajar para qualquer lugar do mundo sem precisar necessariamente estar lá. Ou a possibilidade de entrar em mundos paralelos cheios de fantasia. Conhecer costumes de outros povos, outras línguas, e no fim descobrir que somos todos humanos. Ver desenrolar-se à sua frente histórias lindas em um filme particular. Imaginar o rosto, a expressão, os detalhes de cada personagem.

Ter universos particulares ao alcance da mão e entrar neles sempre que me der vontade. E saber de coisas que de outra forma eu jamais saberia. Isso é a leitura pra mim.

E mais do que isso: ter companhia mesmo quando não há ninguém comigo. Quem tem um livro nas mãos jamais está só. Essa é a razão de eu me cercar dos meus pequenos companheiros e ter vários deles à minha volta: são meus amigos mais fiéis e não consigo imaginar a vida sem eles.

Não tem como não gostar de algo que me faz tão bem.
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Promoção relâmpago: Marcadores de livros



Sabem aquela coisa de ter o olho maior do que a barriga, como diz o povo? Pois é. Foi isso o que me deu quando fui à Bienal do Livro de São Paulo, ano passado. Virei a louca dos marcadores de página e dos postais grátis, pra só então me dar conta de que peguei muito mais coisas do que sou capaz de usar.

Não tinha ideia do que fazer com eles até hoje: como eu sei que tem um monte de gente aí que adooora um marcador, resolvi dar aleatoriamente (aka sorteio) esses marcadores. O sorteio será pelo Twitter, então é preciso ter conta lá. Assim que chegarmos aos 100 seguidores no Twitter do Lá No Cafofo (@lanocafofo), sorteio 10 pessoas e cada uma leva 4 marcadores.

E se chegarmos aos 40 seguidores até segunda-feira, 14/02, sorteio 2 marcadores + 1 bottom do livro Imortal, de P.C. cast, para 3 pessoas. (E ainda mando os folhetinhos com trechos de livros para essas três pessoas, que vocês estão vendo aí na foto.) - data alterada devido à manutenção do sorteie.me

Vamos lá! Taí a chance para você, livrólotra colecionador de marcadores, aumentar o seu "acervo".

Boa sorte!
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Playlist da Semana: Grammy Awards 2011


Neste domingo, 13 de fevereiro, acontece a entrega dos prêmios Grammy. Esta é considerada a maior premiação da música (embora seja uma festa americana, como é o Oscar para o cinema).

Bem, bem. Controvérsias à parte, é claro que o Cafofo não iria ficar de fora. Ei, estamos falando de música, afinal de contas! Por isso, a playlist da Rádio Cafofo traz as favoritas da casa dentre os indicados. Confiram!



Fiquei feliz por ter visto vários dos artistas e canções que eu gosto concorrendo a prêmios. Até o elenco de Glee (maior papa-indicações atualmente) está lá.

Tem músicas de todos os gêneros, para todos os gostos. Aqui você pode conferir a lista completa dos indicados e eleger seus favoritos. Para quem tiver TV por assinatura, a cerimônia será transmitida pela TNT a partir das 22h (O canal E! começa bem antes, com o tapete vermelho). Pretendo assistir a tudo. Minha performance mais esperada será a de Cee-lo Green com a Gwyneth Paltrow. Ainda não se sabe que música irão cantar, mas provavelmente será Fuck You, que já foi inclusive gravada pela atriz para um episódio de Glee. Outras performances trarão Eminem, Lady Gaga e Katy Perry.


Fontes: Site oficial do Grammy e Terra.
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Cisne Negro - Quando Arte e Loucura Caminham Juntas


Muito se tem falado de Cisne Negro (Black Swan, 2010), filme de Darren Aronofsky estrelado por  Natalie Portman,  Mila Kunis e Vincent Cassel. Muitos amaram. Outros odiaram. Um filme que causa reações tão extremadas sempre merece uma chance, e foi por isso que decidi ir ao cinema ontem e conferir.

De fato, Cisne Negro não é um filme para todos. Não é uma daquelas películas típicas de 'sessão pipoca', que não exigem muito do espectador e que são diversão garantida. Pode não justificar todo o hype em torno dele, mas é um filme que faz pensar e nos deixa boquiabertos quando sobem os créditos finais. A verdade é que Cisne Negro é um drama/suspense dos bons, com nuances surreais. Muito surreais.

A história gira em torno de Nina, bailarina da New York Ballet Company que vê sua chance em uma montagem nova de O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky. Nessa releitura, a mesma bailarina faz o papel do Cisne Branco - puro, virginal, ingênuo - e de sua irmã gêmea, o Cisne Negro - sedutor, mau, malicioso.

O diretor da companhia vê em Nina o Cisne Branco perfeito, mas ela não tem traço nenhum de seu oposto, o Cisne Negro. Ainda assim ele a escolhe, e quando começa a pressioná-la para que deixe aflorar seu lado sombrio, a paranoia de Nina chega a níveis assombrosos.


Foto daqui


Nina, a meu ver, já tinha sérios problemas pisicológicos antes. A mãe dela era opressora e projetava seu sonho na filha? Sim. Era superproterora também, mas eu não consegui ver nela a grande vilã que muitos viram. O mesmo vale para Lily, a suposta concorrente de Nina. Lily é tudo o que Nina não consegue ser, ela é o Cisne Negro naturalmente. Como o filme é narrado do ponto de vista de Nina, tudo o que vemos é o que ela vê. Mas como crer na realidade do que ela enxerga?

O filme é carregado de simbolismo. A edição rápida, e as tomadas focadas em Nina - quase como se pudéssemos ver pelos olhos dela, num ritmo vertiginoso - nos jogam para dentro do filme a um ponto de nos deixar tontos. As cenas de dança, com a câmera trêmula, acompanhando cada passo dos bailarinos são, a meu ver, encantadoras. A sonoplastia também é esmerada - a gente ouve cada passo, cada toque, cada ruído da cena. Tudo faz parte da história e ajuda a construir o mundo perturbado de Nina - que tem manias angustiantes, como coçar-se a todo momento e ferir os próprios dedos ao cutucar as cutículas.

O filme é todo permeado de alusões a reflexos - seja nos vários espelhos espalhados pelos cenários, seja nos vidros do metrô que Nina pega todos os dias. É sempre uma lembrança de que vemos o que Nina vê, e o modo como ela vê a si mesma. Uma maneira torta, aflita e insegura. Para mim, quase tudo o que acontece com Nina é fruto de sua mente enlouquecida, incluindo a competição com Lily. Essa ausência de limites entre o real e o imaginário, mesmo quando este faz sentido, é o que levará a bailarina a seu limite.

Cisne Negro foi indicado ao Oscar em cinco categorias: Melhores Filme, Atriz, Direção, Fotografia e Edição. Não vi os outros indicados e não tenho meios de comparar todas as categorias, mas é fato que Natalie Portman brilha no filme. Vamos ver se o favoritismo se confirma no próximo dia 27.


Vale a pena assistir e formar sua própria opinião! Em tempo: um ótimo post sobre o mesmo filme no blog Nem Um Pouco Épico e outro post com sete cartazes incríveis do filme no Grandes Filmes, de onde saiu o poster que ilustra esta resenha. (Todos são de fato incríveis, especialmente os ilustrados, que expressam a sobreposição do personagem sobre a bailarina. Lindos!)
 
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Marcada Para Morrer, de Julie Garwood


Eu não sei se fui eu quem enjoou do estilo da autora, ou se o livro não tem mesmo uma grande história. O fato é que eu esperava bem mais de Marcada Para Morrer (Ed. Landscape, 325 p.). 

O livro faz parte da série Buchanan-Renard-MacKenna etc (é que é tanto sobrenome e tanta família fazendo parte dessa série que fica meio difícil pôr um nome). Nele, conhecemos Kate MacKenna, empresária talentosa que está só começando no ramo de velas e perfumes. Kate é amiga de Jordan Buchanan, com quem morou na época da faculdade. Através dela, Kate conhece Dylan - e como todo bom Buchanan, ele é perito em fazer gracinhas com ela e, claro, jogar charme. 

Quando Kate é alvo de duas explosões num curto espaço de tempo, despertando a suspeita de que alguém não a quer viva, Jordan pede que Dylan vá ajudar a amiga a resolver o problema. Eu preciso mesmo dizer aonde isso vai dar?

A fórmula é a mesma dos livros contemporâneos da Julie: mocinho que é policial/agente do FBI/trabalha para a justiça protege a mocinha em perigo. Quando há uma boa trama por trás dessa fórmula, a leitura é deliciosa (como foi o caso de A Confissão e Prazer de Matar, que eu simplesmente devorei). Mas não foi o que eu senti. Achei a história arrastada e não fui conquistada pelo casal protagonista. Foi apenas... mais um dos livros da série. 

Não é que o livro seja ruim. Se você nunca leu um livro da Julie, pode vir a adorar este. Mas se, como eu, você já leu os outros e gostou muito, provavelmente vai achar este mais fraquinho. Ou não: conheço várias pessoas que curtem a autora e curtem esta série, e a discrepância entre as nossas opiniões é gigante. Eu adorei livros que elas detestaram e vice-versa; a única coisa em que concordamos é que Noah Claybourne é o cara mais gostoso desses livros - pena que neste aqui ele não aparece, nem falando ao telefone. 

Enfim: se gosta do gênero, dê uma chance. Pode ser que agrade. Mas não espere um grande livro com uma história marcante. É um bom passatempo. E só. 

Curiosidade: as famílias Buchanan, MacKenna e Claybourne aparecem também nos romances históricos da autora. 
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Um pouco de música pra alegrar a semana

Eu não sei vocês, mas eu sou uma dessas pessoas que não conseguem viver sem música. É uma coisa tão gostosa e mágica ouvir minhas canções favoritas...

Partilhar é a palavra, e finalmente encontrei um meio de fazer isso aqui no Cafofo. (Graças ao blog 9ml, o melhor blog de esmaltes na minha modesta opinião!). Gosto muito de procurar novos sons, bandas pouco conhecidas por aqui e adoro a ideia fazer essas novidades chegarem a mais alguns ouvidos.

Não sei se vou conseguir atualizar sempre essa playlist, mas sempre que houver novidades, estará ali na barra lateral. Ali, Na jukebox! (Ou num post, do tipo 'playlist da semana'. Vamos ver se rola.)

Pra inaugurar a seção, uma mistura com algumas das minhas canções favoritas - as mais recentes e outras que estão na playlist da minha vida faz tempo.Apertem o play e aumentem o som! Espero que gostem.

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Imagem (e vício) do dia: Irmandade da Adaga Negra


Eu tenho vários vícios, para quem ainda não percebeu. Muitos deles referem-se a livros, e acontece de eu ficar muito muito fã de uma determinada série e saio por aí caçando tudo que há para se saber sobre ela. É insano, eu sei, admito.

Recentemente eu fiquei fã desse tal de Irmandade da Adaga Negra. E olha que eu nem curto livro de vampiro, juro. Sabe-se lá que mandinga a autora fez pra manter a gente agarrado nessa série. E pelo visto tem muita gente assim, porque o que eu vejo de fanart e produtos (artesanais) relacionados a esses livros não é brincadeira. Quanto a mim, já mordi a língua, já "briguei" com a série, já fiz piadinha, já escrevi fanfic. É viciante, pra quem gosta, claro.

Um dos meus passatempos preferidos é ficar fuçando fanarts legais com a Irmandade. Tem muita coisa tosquinha, mas tem muita gente de talento também. Ontem me deparei com essa imagem linda que ilustra o post. Achei tão simples e tão profunda que decidi compartilhar aqui. Quem já leu Lover Unbound irá entender. Sempre digo que detesto esse livro, detesto o final dele, mas não pude deixar de ficar tocada pela beleza dessa ilustração.

Linda também é a citação que a autora da imagem colocou:

"Acredito que há essa mão que nos guia. Ela só não é sempre gentil. Ou parece justa naquele momento. Mas eu não sei, tento confiar nela agora. Quando enlouqueço, eu tento... merda, eu tento confiar nela. Porque, no fim do dia, o que mais você pode fazer? As escolhas só levam até certo ponto. Racionalidade e planejamento também. O resto... está nas mãos de mais alguém. Onde terminamos, quem conhecemos, o que acontece às pessoas que amamos... não temos controle sobre nada disso. " -Vishous

— J.R. Ward (Lover Unbound)

Ah, as coincidências da vida. Ando pensando muito nisso e o trecho veio bem a calhar.

Para quem é fã dessa série e ainda não leu Lover Unbound, a previsão é que o livro saia em março aqui no Brasil, segundo a Universo dos Livros disse em seu twitter. O título será Amante Liberto. No blog oficial da série, é possível ler um pedacinho do primeiro capítulo.

E vai sair um box com os três primeiros livros também. Prato cheio pra quem é colecionador:


*fim do momento de fã sentimentaloide de sábado*
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Como Agarrar Meu Ex-Namorado - Novo Filme de Katherine Heigl



O nome deste post poderia ser 'Como Estragar O Nome de Um Filme' ou 'Como Brasileiro Não Tem Criatividade Para Traduzir Títulos de Filmes'.

Lembram que eu tinha dito que One For The Money, a adaptação de um dos meus livros prediletos, era a grande expectativa do ano em relação a filmes?

Pois bem... O filme já tem título nacional e data de estreia: Como Agarrar Meu Ex-Namorado entra em cartaz aqui em 5 de agosto.

Eu achei o nome brasileiro de uma breguice ímpar. Além do quê, não tem nada a ver com a história (pelo menos não a que está no livro), já que Stephanie Plum tinha uma queda por Joe Morelli, e nunca o namorou de fato.

Kathrine Heigl como Stephanie Plum
Enfim. Espero que o filme não seja ofuscado por esse título chinfrim. E vai ter muita gente dizendo que a história lembra a de Caçador de Recompensas, filme que saiu no ano passado com Gerard Butler e Jennifer Anniston. Esse filme é que imita One For The Money: o livro saiu em 1994 nos EUA e no mesmo ano teve os direitos vendidos para o cinema. O projeto ficou engavetado por anos e só decolou no ano passado.

Abaixo, a nota sobre o filme que saiu ontem:

O suspense 'One for the Money', estrelado pela atriz Katherine Heigl ('A Verdade Nua e Crua'), ganhou título nacional.

O longa chega aos cinemas nacionais em 5 de Agosto, com o título 'Como Agarrar meu Ex-Namorado'.


O filme é inspirado no livro de Janet Evanovich, que foi lançado no Brasil como 'Um Dinheiro Nada Fácil'.

Divorciada e desempregada, Stephanie Plum (Heigl) aceita o emprego de caçadora de recompensas na firma de um primo esquisito. Munida de um bom par de saltos, um olhar provocante e um tubo de spray de pimenta, ela parte em busca de seu primeiro alvo - o atraente Joseph Morelli, ex-policial foragido, o mesmo por quem ela tinha uma queda desde os tempos de escola. Um homem perigoso e que valia dez mil dólares. E ela fará de tudo para capturá-lo nessa espirituosa trama sobre um crime não-resolvido - repleta de ação, suspense e jogos de sedução.

Julie Anne Robinson ('A Última Música') dirige.



Fonte: Stephanie Plum Brasil.
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